Ventura quer mais de 70% para calar oposição e ter tranquilidade até 2026

Moção de confiança votada por todos os militantes com quotas em dia durante o conselho nacional deste fim-de-semana é encarada pelo líder como “um sinal de democracia e abertura total”.



O líder do Chega, André Ventura, disse ao NOVO esperar que a moção de confiança à sua presidência que será votada neste fim-de-semana pelos militantes do partido seja aprovada por mais de 70%. “Queremos que depois disto a oposição se cale, ou eu me vá embora. Tem é que subsistir a tranquilidade do partido até às legislativas de 2026”, reforçou, garantindo que se essa moção for rejeitada se afasta e “dá o lugar a outro”.

Com o alargamento da votação aos cerca de 20 mil militantes com quotas em dia oficializado na manhã de sábado, a assembleia plenária que vai coincidir com o Conselho Nacional deste sábado e domingo, na vila da Batalha, será, nas palavras de Ventura, “o maior evento de participação de um partido parlamentar”. E mesmo que a direcção do Chega não espere mais de mil pessoas a cada momento, o líder assegura que, “em todo o caso, estamos preparados para todas as eventualidades”.

Certo é que críticos do fundador ouvidos pelo NOVO antecipam que a percentagem de aprovação da moção de confiança, que será revelada no final da tarde de domingo, será muito superior à fasquia colocada por Ventura, aproximando-se dos 100%, devido ao que consideram ser o afastamento e silenciamento de vozes divergentes.

Leia o artigo na íntegra na edição do NOVO que está, este sábado, dia 17 de Setembro, nas bancas.

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