Rio perde aposta no adiamento de eleições directas e PSD escolhe novo líder a 4 de Dezembro

Presidente do PSD queria adiar calendário, mas perdeu.



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O líder do PSD não conseguiu convencer o Conselho Nacional a adiar o calendário interno das eleições directas. Foram 71 votos contra o adiamento, 40 a favor e quatro abstenções.

O PSD aprovou, entretanto, o plano A, indicado inicialmente pela própria direcção, de fazer as eleições directas a 4 de Dezembro.

A recusa do adiamento foi uma derrota expressiva para Rui Rio, mas o secretário-geral do partido, José Silvano, considerou, acima de tudo, que os conselheiros nacionais não encararam “a possibilidade” real de uma crise política para justificar tal cenário.

Questionado se este resultado (um balde de água fria para o líder do PSD) poderia ter influência na decisão de recandidatura do presidente social-democrata, José Silvano respondeu: “É uma derrota para a proposta dele. Se significa ou influencia, terá de ser ele a decidir.”

No Conselho Nacional , o prazo de pagamento de quotas foi dilatado. A primeira versão enviada aos conselheiros nacionais para as directas era até 8 de Novembro. Agora passa para o dia 17 de Novembro, um ganho de dias para a candidatura de Paulo Rangel.

(notícia actualizada à 01h22)

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