PCP afasta substituição de Jerónimo de Sousa

Secretário-geral do PCP viu-se obrigado a interromper a campanha por motivos de saúde e reabre discussão sobre sucessão. João Ferreira e João Oliveira foram os escolhidos para darem a cara pelo partido. Carlos Brito está convencido de que a substituição não está para breve.

A inesperada saída de cena de Jerónimo de Sousa para fazer uma operação de urgência relançou a discussão sobre a liderança do PCP. O próximo congresso está previsto para 2024 mas, antes disso, deverá ser escolhido o sucessor.

João Ferreira, que foi escolhido para substituir o secretário-geral durante a campanha juntamente com João Oliveira, continua a ser um dos nomes mais prováveis, mas foi o próprio Jerónimo de Sousa a lançar outras hipóteses.

João Ferreira, João Frazão, Bernardino Soares e João Oliveira são os nomes em cima da mesa, mas decisão, como já assegurou o líder comunista, “está nas mãos do partido”.

Na edição do NOVO que está esta sexta-feira nas bancas, Carlos Brito, ex-dirigente comunista que entrou em ruptura com o partido na crise interna de 2002, defende que a sucessão antecipada de Jerónimo na liderança só se colocará se a sua recuperação não correr como esperado. “Se recuperar prontamente e retomar o papel na campanha, a situação manter-se-á. Como ele próprio tem dito: a sucessão não se coloca”, diz.

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