Parlamento não aprovou nenhuma lei do Chega

Pela primeira vez na história da democracia portuguesa há um partido que nos dois primeiros anos de representação parlamentar não aprova nenhuma lei. André Ventura queixa-se de um complô.



Pôr fim ao cargo de primeiro-ministro, punir pedófilos através de castração química, reduzir para menos de metade o número de deputados e aprovar a prisão perpétua foram apenas algumas das bandeiras com que André Ventura abriu, com estrondo, as portas do Parlamento ao Chega. No fim da legislatura, nada disto foi avante. O partido acaba com zero diplomas aprovados em plenário.

Em declarações que pode ler na edição desta semana do NOVO, o deputado fala num “evidente complô desde o início”. André Ventura sublinha que “apesar de serem propostas praticamente iguais às dos outros grupos parlamentares”, as do Chega acabaram por ser chumbadas.

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