“O partido que está fora do jogo partidário é a Iniciativa Liberal”

Bruno Horta Soares garante que “todos os dias” celebra a decisão de rejeitar uma coligação com o PSD. Em entrevista ao NOVO, o candidato liberal critica a “partidarização” da câmara, mas prevê a reeleição de Fernando Medina porque falta “energia” a Carlos Moedas.



Bruno Horta Soares, candidato da Iniciativa Liberal à câmara de Lisboa, prevê a reeleição de Fernando Medina e garante que todos os dias celebra a decisão de rejeitar uma coligação com Carlos Moedas. “O partido que tem energia e está fora do jogo partidário é a Iniciativa Liberal”, assegura em entrevista ao NOVO.

O candidato liberal ataca a gestão socialista, mas também o PSD por ter viabilizado várias propostas de Medina, e garante que, se for eleito, não irá alinhar com “aqueles jogos e interesses partidários” no executivo municipal.

A modernização da autarquia da capital é uma das apostas da Iniciativa Liberal. Bruno Horta Soares critica a “partidarização” da câmara, mas garante que a sua proposta não passa por reduzir o número de funcionários. “Essas pessoas terão de ser requalificadas. Acreditamos que os funcionários públicos podem e devem ser qualificados para outras funções”.

Para o candidato da Iniciativa Liberal, os dinheiros públicos têm de ser geridos com “racionalidade e, neste momento, a forma de organizar a câmara é totalmente ideológica”.

Bruno Horta Soares ataca também a intenção do PS de Fernando Medina de voltar a governar a câmara com o apoio dos partidos de esquerda. O candidato argumenta que as alianças com o PCP e Bloco de Esquerda afasta investidores.

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