Nuno Melo não vai a Bruxelas há um ano

Eurodeputado do CDS diz ao NOVO que segue as instruções do Parlamento Europeu e que perde 300 euros todos os dias. Há mais um caso similar, o de Cláudia Monteiro de Aguiar, do PSD. As regras do teletrabalho permitem-no.



As restrições provocadas pela pandemia de covid-19 obrigaram o Parlamento Europeu a entrar em modo de teletrabalho em Março de 2020. Nem se faziam viagens na altura, a Europa estava confinada e os eurodeputados seguiram o exemplo: tudo à distância.

À medida que a vacinação avança, a maioria dos 21 eurodeputados portugueses retomaram, de forma regular, a sua presença física em Bruxelas. Na semana passada, o Parlamento Europeu, em Estrasburgo, reabriu as sessões plenárias, ainda que a maioria das cadeiras continuem vazias. Um ano depois dos vários confinamentos, Nuno Melo, do CDS, e Cláudia Monteiro de Aguiar, do PSD, mantêm-se em teletrabalho, e garantem os dois ao NOVO que estão a cumprir as instruções do Parlamento Europeu. O ponto comum entre ambos? Viagens regulares semanais para Bruxelas só quando estiverem completamente vacinados.

No caso de Nuno Melo houve quem já tivesse estranhado, por exemplo, que o eurodeputado se mantenha a trabalhar sempre à distância quando boa parte dos colegas portugueses retomaram, aos poucos, a rotina das deslocações.

Nuno Melo defende que cumpre as regras definidas a 22 de Abril de 2021. “O teletrabalho foi decidido e está ainda em vigor no Parlamento Europeu, em razão da pandemia de covid-19. A esmagadora maioria dos eurodeputados, entre eles portugueses também, estão como eu a desempenhar as suas funções em regime de teletrabalho”, frisa ao NOVO, insistindo que vota, participa e intervém todos os dias.

Leia na íntegra artigo na edição impressa do semanário NOVO nas bancas a 18 de junho de 2021.

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