Chega “entala” monárquicos com as contas das europeias

Decisão da Entidade de Contas e Financiamentos Partidários aponta irregularidades na campanha da coligação Basta e pondera contra-ordenação. Como Chega era movimento e PPV foi extinto, quem paga a multa é o PPM.



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Dois anos depois, as eleições europeias voltaram para assombrar. A Entidade de Contas e Financiamentos Partidários (ECFP) detectou irregularidades nas contas da campanha da coligação Basta, que se arrisca a uma contra-ordenação. Apesar de ter sido uma aliança entre Partido Popular Monárquico (PPM), Partido Pró- -Vida (PPV) e os movimentos D21 e Chega (hoje partido com assento parlamentar), André Ventura poderá não ser responsabilizado pelas eventuais coimas – porque liderava então um movimento. Nem sequer o PPV, partido de Manuel Matias, hoje assessor de Ventura na Assembleia da República, será culpabilizado – afinal, fundiu-se com o Chega e foi extinto. Se a coligação encabeçada por André Ventura às europeias for condenada, o ónus estará no PPM.

De acordo com a decisão da ECFP, foram identificadas nove irregularidades, desde “incumprimento do regime das receitas com contribuições dos partidos nas contas de campanha” até “incongruências relativas aos eventos de angariação de fundos quer ao nível das receitas quer ao nível das despesas”, além de não ter sido “disponibilizada a totalidade dos extractos bancários.

Leia o artigo na íntegra na edição impressa do NOVO, nas bancas a 14 de Maio de 2021.

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