Autárquicas. Queixas dispararam no tribunal do PSD

Gestão de equipa de Rui Rio e guerras locais entopem Conselho de Jurisdição do PSD. Há quem garanta que nunca foram submetidos tantos processos em período eleitoral autárquico.



Não há memória recente no PSD de tantos casos sobre as escolhas de candidatos autárquicos a chegarem ao Conselho de Jurisdição Nacional, o tribunal do partido, sobretudo que envolvam decisões com a cobertura da direcção nacional. O tribunal do PSD avaliou esta semana sete casos, três deles em capitais de distrito: Aveiro, Guarda e Castelo Branco. Mas não só. E o resultado, para já, foi o de se avançar com uma jurisprudência uniformizada para a tomada de decisões. Saiu ainda uma deliberação sobre Aveiro para que distrital e concelhia se entendam.

Estes processos estão a ser encarados pela equipa de Rui Rio, o líder do PSD, como mais um episódio numa batalha que opõe comissão política nacional e o tribunal social-democrata, depois da guerra sobre o referendo à eutanásia que ditou a acusação de violação dos estatutos ao presidente laranja, mas sem qualquer pena ou consequência. Para já, Rui Rio garantiu que estará “cá para resistir”, assumindo o conflito.

De facto, o grau de conflitualidade entre a direcção e o Conselho de Jurisdição é uma novidade recente. Mais, não há memória de tantos casos que envolvam o presidente da Comissão Política Nacional do PSD com o tribunal do partido, como revela o NOVO em banca esta sexta-feira.

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