A nova era do Serviço Nacional de Saúde

É praticamente consensual que a autonomização do SNS do Ministério da Saúde será uma mais-valia. Mas o processo de criação da direcção executiva, que vai ser liderada por Fernando Araújo, não é alheio a críticas. Antigos governantes ouvidos pelo NOVO defendem que este órgão deveria ter sido precedido de uma reforma orgânica e que a intervenção da Assembleia da República seria importante para garantir estabilidade da equipa.



Com a entrada em cena do novo ministro da Saúde, Manuel Pizarro, a coincidir com a criação da uma direcção executiva, o Serviço Nacional de Saúde (SNS) prepara-se para o início de uma nova era, 43 anos depois de ter sido criado. Numa altura em que as peças do puzzle começam a encaixar-se, antigos governantes criticam a forma “apressada” como foi criado este órgão, defendem uma reorganização orgânica prévia e que a Assembleia da República deveria ter tido uma palavra a dizer.

Além de Pizarro, outra das figuras fundamentais desta nova organização da saúde é Fernando Araújo, que deixa a presidência do conselho de administração do Centro Hospitalar Universitário de São João para ser o CEO do SNS, como anunciou o Governo esta sexta-feira.

Leia o artigo na íntegra na edição do NOVO que está, este sábado, dia 24 de Setembro, nas bancas.

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