SNS reforçado com 745 milhões de euros para pagar dívida e aumentar capacidade de resposta

Verba atribuída pelo Ministério da Saúde vai dividir-se entre os hospitais (630 milhões) e as Administrações Regionais de Saúde (115 milhões).



O Governo decidiu reforçar o Serviço Nacional de Saúde (SNS) com mais 745 milhões de euros, verbas que têm como objectivo “a redução da dívida e o aumento da capacidade de resposta e de produção do SNS”.

Em comunicado enviado às redacções, o gabinete tutelado por Marta Temido revela que este valor vai ser dividido em duas partes: 630 milhões de euros destinam-se aos hospitais e 115 milhões às Administrações Regionais de Saúde.

Na mesma nota, o Ministério da Saúde diz que este “reforço surge num ano de grande esforço financeiro resultante da pandemia de covid-19, nomeadamente na recuperação da atividade assistencial, no financiamento de testes de deteção da covid-19, ou no esforço adicional de vacinação”. Segundo a mesma fonte, “até outubro tinham sido realizadas quase 30 milhões de consultas médicas em cuidados de saúde primários e 590 mil cirurgias, os valores mais elevados de sempre, e mais de 10 milhões de consultas hospitalares”.

Estes 750 milhões de euros juntam-se aos 350 milhões que tinham sido injectados no SNS em Agosto deste ano, ou seja, mais de mil milhões de euros de reforço em 2021. Verbas, defende o gabinete de Marta Temido, “para um SNS melhor preparado, mais robusto e com mais respostas para os cidadãos”.

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