Pedidos de retorno a subir repetindo pós-crise de 2008

Em 2022 houve um aumento dos pedidos de apoio ao retorno de imigrantes em Portugal. Chefe da missão da OIM em Lisboa aponta o desemprego e a dificuldade no acesso ao trabalho, os problemas na regularização e o contexto económico como factores que levam mais imigrantes a optarem por este recurso.



TÓPICOS

Há cada vez mais imigrantes a inscreverem-se no Programa de Apoio ao Retorno Voluntário e à Reintegração, o Projecto ARVoRe da Organização Mundial das Migrações (OIM). Este programa apoia imigrantes que precisam de apoio para regressarem ao seu país de origem e registou 1.051 pessoas inscritas em 2022, um aumento expressivo face ao ano anterior (288).

Em declarações ao NOVO, Vasco Malta, o chefe da missão da OIM em Portugal, admite que o número de inscrições no Projecto ARVoRe pode continuar a crescer face à actual conjuntura económica, estabelecendo uma comparação com o pós-crise financeira de 2008. “Se tivermos em consideração uma situação análoga (2009-13), é expectável que o número de pedidos de apoio aumente durante este ano”, diz.

Brasileiros são os que mais pedem apoio, mas a Associação Brasileira de Portugal considera número “insignificante”.

Leia o artigo na íntegra na edição impressa do NOVO deste sábado, 18 de Março.

Ler mais