Paulo Guichard sai em liberdade. Supremo diz que prisão é ilegal

Braço-direito de João Rendeiro vai ser libertado imediatamente.



Paulo Guichard, braço-direito do antigo presidente do Banco Privado Português, vai ser libertado imediatamente, após o Supremo Tribunal de Justiça ter aceitado o pedido de habeas corpus (pedido de libertação).

O habeas corpus foi apresentado pelo advogado de Guichard, Nuno Brandão, sob a alegação de que a detenção era ilegal por estar pendente uma reclamação para o Tribunal Constitucional.

O antigo administrador do BPP foi detido à chegada ao aeroporto do Porto no passado dia 7, para cumprir a pena de quatro anos e oito meses à qual foi condenado à ordem do processo de falsificação da contabilidade do banco.

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