Operação Fizz. Relação de Lisboa mantém pena de prisão a Orlando Figueira

Tribunal manteve também a condenação, em julgamento de primeira instância, do advogado Paulo Blanco a uma pena suspensa de quatro anos e quatro meses.



O Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) manteve esta quarta-feira a condenação em primeira instância do procurador Orlando Figueira a uma pena de prisão de seis anos e oito meses no processo Operação Fizz.

Em acórdão proferido esta quarta-feira, a que a Lusa teve acesso, o tribunal manteve também a condenação, em julgamento de primeira instância, do advogado Paulo Blanco a uma pena suspensa de quatro anos e quatro meses por corrupção activa e branqueamento de capitais, entre outros crimes.

O acórdão manteve “inalterada, no essencial, a matéria de facto julgada provada” em primeira instância, tendo rejeitado os pedidos de absolvição apresentados por Orlando Figueira e Paulo Blanco.

A Relação de Lisboa considerou “manifesto que a factualidade julgada provada integra a prática dos crimes pelos quais foram ambos condenados” no julgamento em primeira instância no Tribunal Criminal de Lisboa, no Campus de Justiça.

Orlando Figueira foi condenado, a 7 de Dezembro de 2018, em primeira instância a seis anos e oito meses de prisão por corrupção, branqueamento de capitais, violação do segredo de justiça e falsificação de documento e cinco anos de proibição de exercer funções.

Já o advogado Paulo Blanco foi condenado a uma pena suspensa de quatro anos e quatro meses por corrupção activa, branqueamento de capitais, violação do segredo de justiça e falsificação de documento.

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