Hospitais obrigados a permitir presença de acompanhantes de grávidas

Norma actualizada esta quarta-feira isenta quem tem a vacinação completa de realizar teste à covid-19 para assistir ao parto.



As grávidas têm direito a acompanhante nas consultas, urgências e internamento, indica uma norma da DGS, que isenta quem tem a vacinação completa de realizar o teste ao SARS-CoV-2 para assistir ao parto.

“Deve ser garantido, se a grávida o desejar, a presença de um acompanhante na vigilância pré-natal, atendimento no Serviço de Urgência, internamento e acompanhamento no parto”, pode ler na norma “Covid-19: Gravidez e Parto”, esta quarta-feira actualizada.

Os hospitais devem assegurar as condições para garantir a presença de um acompanhante - que tem de realizar um questionário clínico e epidemiológico - durante o trabalho de parto.

Deve ser apenas um acompanhante, sem possibilidade de troca, que deve cumprir as regras de protecção individual, como a lavagem de mãos, distanciamento físico, utilização de máscara. No caso de mulheres grávidas infectadas com covid-19, pode ser considerada a restrição da presença de acompanhante, sempre que não existam condições para assegurar a diminuição do contágio a pessoas que possam vir a fazer parte dos cuidados ao bebé no seio familiar.

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