Exames de acesso ao ensino superior podem ser usados durante quatro anos

Os alunos que optem por repetir as provas podem escolher a melhor qualificação. As regras têm efeito nas candidaturas relativas ao ano lectivo de 2022-2023.



Os exames nacionais vão poder ser utilizados na candidatura ao acesso ao ensino superior durante quatro anos após a sua realização. Segundo as novas regras, publicadas esta quarta-feira em Diário da República, os alunos que optem por repetir as provas podem escolher a melhor qualificação. As regras têm efeito no próximo ano, ou seja, nas candidaturas relativas ao ano lectivo de 2022-2023.

A Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior (CNAES) decidiu que os exames nacionais do secundário podem ser utilizados como provas de ingresso no acesso ao ensino superior “no ano da sua realização e nos quatro anos seguintes, sem necessidade de repetição no ano em que for concretizada a candidatura ao ensino superior”.

No entanto, na 1.ª fase do concurso de acesso só podem ser utilizados como provas de ingresso os exames finais nacionais do ensino secundário realizados na 1.ª fase de exames.

“Para efeitos de candidatura ao ensino superior, não é permitida a realização na mesma fase de exames de mais do que um exame final nacional do ensino secundário para satisfação da mesma prova de ingresso. Caso tal se verifique, apenas é considerado válido o exame realizado em primeiro lugar”, acrescenta a deliberação.

No caso dos alunos que pretendem repetir as provas, os candidatos podem utilizar a melhor das classificações obtidas.

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