De António Costa a André Ventura. Os políticos que viram os seus dados pessoais expostos no ciberataque à TAP

Líderes políticos, diretor do SIS e comandante da GNR entre os 1,5 milhões de clientes cujos dados pessoais foram expostos na dark web após o ciberataque aos sistemas informáticos da companhia aérea.



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O primeiro-ministro António e o deputado e líder do Chega André Ventura estão entre os 1,5 milhões de clientes que viram os seus dados pessoais expostos pelo ciberataque à TAP e que foram expostos na dark web pelo grupo de hackers Ragnar Locker, de acordo com informação avançada pelo jornal “Expresso” esta sexta-feira.

Explica o semanário na edição desta semana que no caso de António Costa, ficou pública uma morada antiga mas não o número de telemóvel e o e-mail de uma colaboradora do seu gabinete. Já em relação a André Ventura, a situação é bem mais grave já que tanto o seu número de telemóvel como o e-mail foram roubados pelos hackers; no entanto, a morada de casa do líder do Chega acabou por não estar entre os dados desviados. Adélio Neiva da Cruz, diretor do Serviço de Informações de Segurança e Rui Clero, comandante-geral da GNR, viram os seus dados mais pessoais expostos na dark web: morada de casa, número de telemóvel e e-mail.

Edite Estrela, Jamila Madeira, Joana Mortágua, José Cesário, José Silvano, Paulo Portas, Alexandre Quintanilha e Susana Amador foram alguns dos deputados e ex-deputados que viram os seus dados pessoais roubados neste ciberataque à TAP.

A TAP confirmou, em comunicado esta quarta-feira, que dados pessoais como o nome, morada, email e contacto telefónico de clientes da companhia aérea estão entre a informação obtida pelos autores do ciberataque à companhia aérea. Outras categorias de dados, como a nacionalidade, sexo, data de nascimento, data de registo de cliente e número de passageiro frequente também foram afectados, de acordo com a empresa, mas refere a companhia aérea que a informação divulgada relativamente a cada cliente “pode variar”. No entanto, a TAP garante que “não há indícios de que dados de pagamento tenham sido exfiltrados dos sistemas” da empresa.

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