Opinião

Recolocar o PSD ao serviço de Portugal

Paulo Cunha


O resultado das últimas eleições legislativas foi inequívoco, determinando de forma clara qual o papel a desempenhar pelo PSD ao longo da legislatura. Os portugueses mandataram o PSD para liderar a oposição a um governo maioritário e esperam que sejamos bem-sucedidos no cumprimento desse seu propósito.

É neste contexto que se realizam as próximas eleições directas no PSD e é a pensar nele que devemos escolher o próximo líder. Eu quero que o meu partido seja capaz de corresponder às expectativas dos que votaram em nós e que consiga responder aos anseios daqueles que, tendo votado noutros partidos, nos considerem capazes de os representar no exercício democrático.

O PSD tem de ser o partido dos portugueses, de todos os portugueses, tem de ter propostas para os problemas das pessoas, tem de ser pragmático sem abdicar dos seus valores e percurso histórico. Os partidos políticos não são fins em si mesmos, mas instrumentos através dos quais se veiculam necessidades, vocações, anseios e até ambições de uma comunidade politicamente organizada.

Uma democracia tanto precisa de um governo capaz como de uma oposição diligente, tanto depende de uma governação bem-sucedida como de uma alternativa consistente. Os portugueses precisam que se lhes mostre que há outro caminho, alternativo ao da actual governação, capaz de fazer as reformas e tomar as melhores decisões.

Luís Montenegro é o candidato que me dá total garantia de recolocar o PSD ao serviço de Portugal, demonstrando aos portugueses o quanto somos capazes de lhes dar o que eles esperam de um partido político. Luís Montenegro é um social-democrata no pensamento e na acção, tem percurso ao serviço do partido e do país, tem as qualidades e competências necessárias para ser o líder que os sociais-democratas ambicionam.

A eleição de Luís Montenegro garante um PSD unido no propósito de servir Portugal, de representar, apoiando, os nossos autarcas, de auscultar as nossas estruturas e de acolher o pensamento diverso, mas rico, dos nossos militantes.

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