Opinião

Lisboa Liberal

Ana Pedrosa-Augusto


Tenho escrito umas linhas sobre a força de tantos milhares de anónimos que saem do conforto da sua rotina para fazer parte ativa na vida política autárquica.

Tenho louvado e elogiado quem acredita em construir, quem quer fazer em lugar de simplesmente falar, quem quer trabalhar em prol dos seus municípios, quem vem por bem.

Agora teve já início a campanha eleitoral. E estes de quem tenho falado inauguraram oficialmente o trabalho de “convencimento” dos eleitores. Faço parte desse grupo. Aliás, recordo até que este semanário me apresentou, para além de advogada, como “agora número dois da Iniciativa Liberal à Câmara Municipal de Lisboa”. É nesse papel que hoje escrevo.

A Iniciativa Liberal faz a sua estreia em eleições autárquicas.

Tem com isso a grande dificuldade que é dar-se a conhecer, dar a conhecer o seu programa e os seus candidatos. Estes são pessoas que, como eu, têm as suas vidas e as suas profissões (e, portanto, em tom de brincadeira, são conhecidos nas suas casas). Hoje estão de mangas arregaçadas e transformam o peso do facto de serem desconhecidos dos eleitores numa pluma: é que a sua vida não dependeu nem dependerá da política. É liberdade que poucos têm.

Essa é a liberdade que permite atuar com genuíno empenho e energia. A Iniciativa Liberal é a força que estará ao lado dos cidadãos desta Cidade como sua parceira, e não como obstáculo. A Iniciativa Liberal é a varinha da criação de um ambiente de oportunidades. De perseguição de sonhos. De concretização de ambições.

Os vereadores e os deputados municipais liberais serão garante de transparência contra a brutal opacidade que incrivelmente ainda hoje existe. Só estes permitirão que seja respirado outro ar em Lisboa. Um ar que mostra uma gestão eficiente e eficaz nos temas que tanto preocupam os residentes e empresários da Cidade, como o estacionamento e a segurança. Um ar de alívio com o fim da derrama municipal e a devolução de 5% do IRS aos residentes. Só estes batalharão pelo cumprimento do prazo de 30 dias nos processos de licenciamento que tanto tempo demoram.

Temos um grande programa que pode ser consultado num outdoor único, na Alameda. Há tanto para tratar em Lisboa, nesta Lisboa capturada pelo monstro que é atualmente a Câmara Municipal. Por isso, está na hora de libertar Lisboa!

A Iniciativa Liberal é clara nas perguntas que faz aos seus eleitores: o que é que podemos fazer para sair da frente do vosso caminho? Quais são os obstáculos a eliminar? Que gestão podemos deixar a quem sabe?

A centralização de tudo na Câmara Municipal, com ou sem vocação, com ou sem competência, resulta no que está em tantos casos à vista: num mau serviço. Tantos tentáculos a controlar e nenhum a fazer bem!

Está a ver a diferença que faz a existência do deputado liberal João Cotrim de Figueiredo na Assembleia da República? Imagine agora aquela que fará em Lisboa Bruno Horta Soares como vereador e Miguel Ferreira da Silva como deputado!

Muito se apela e se fala em voto útil. Eu cá acho que o voto tem é que ser livre e genuíno, com força e confiança em quem está na corrida para garantir o futuro da Cidade. Essa é a verdadeira utilidade do voto. Eu, finalmente, acredito naqueles que receberão o meu voto em Lisboa. Acredito na Iniciativa Liberal.

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