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AUTOR

Carlos Eduardo Reis

user3994@novopt.pt


Dever de futuro

A proposta de Jorge Moreira da Silva ao partido – e ao país – responde a esse anseio. É uma candidatura que fala às aspirações dos portugueses, àquilo que têm e sentem dever ser melhorado, àquilo que não têm e ambicionam como direito, àquilo que já tiveram e sonham recuperar. E dedica-se a uma nova geração, à geração que merece uma oportunidade, mais do que promessas vãs e cíclicas, mais do que o caso mediático da semana. O direito ao futuro: melhor, concreto, sustentável, atento, inovador.

Os autarcas e a guerra

Neste cenário de guerra, com um fluxo de deslocados que a Europa não conhecia desde a Segunda Guerra Mundial, Portugal é um país que se encontra no lado diametralmente oposto a esse conflito, o que valoriza a sua posição geográfica para quem procura segurança. Em Portugal, nunca deixámos de afirmar o apoio e solidariedade com o povo ucraniano, uma manifestação indispensável a qualquer país defensor dos valores democráticos, da dignidade humana, da soberania e da paz.

A defesa nacional

O regresso da guerra convencional à Europa vai promover uma revisão profunda sobre o posicionamento de duas das principais organizações internacionais a que Portugal pertence.

Dever cumprido

Partimos para a legislatura que agora se encerra com uma missão simples e focada naqueles que considerámos ser os problemas fundamentais das nossas Forças Armadas: recrutamento e retenção de efectivos.

Partido em espera

Da minha parte mantenho a mesma serenidade. Numa entrevista publicada num jornal que não este, no Verão passado, antes do sucesso autárquico do partido, afirmei a minha convicção de que Rui Rio tinha condições para chegar a primeiro-ministro. Ao dia de hoje, reitero essa crença. Tinha e tem condições para ser primeiro-ministro. Já não depende dele, que fez tudo, ao longo destes quatro anos, para estar nessa posição. E já não depende do país, que respondeu positivamente ao apelo de mudança do PSD nas autárquicas do mês passado. O fim dos apoios da esquerda ao actual Governo é um reconhecimento disso mesmo. Depende, neste momento, só e apenas, do PSD e da vontade dos militantes.

Miopia política

Com a conclusão deste ciclo político, que culminou com uma aproximação notável do PSD ao número de câmaras detidas pelo Partido Socialista, António Costa poderia dar dois passos atrás e reflectir sobre os sinais que o seu eleitorado lhe transmitiu. Menos 11% de votos nas grandes cidades. Menos 25 mil votos na sua Lisboa. A capital perdida para uma oposição, pela primeira vez, com fôlego político.

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