Boa ou má moeda: as escolhas dos editores do NOVO



A boa

Max Stahl

Pôs pela primeira vez os pés em Timor-Leste em 1991, o ano em que, a 12 de Novembro, documentou o massacre de Santa Cruz, em Díli. Morreu na quarta-feira, aniversário do assassinato de Sebastião Gomes, que era homenageado na vigília em que as forças indonésias abriram fogo sobre os manifestantes.

As más

Marcelo Rebelo de Sousa

A esquerda que ajudou a elegê-lo é agora a que lamenta a ingovernabilidade à qual o próprio escancarou a porta. A diferença entre 2015 e 2019 está no contexto, sim. Mas também no texto: a geringonça não morreu anteontem, morreu no dia em que Marcelo prescindiu dos acordos que Cavaco exigira.

António Costa

É certo que as exigências à esquerda se tornaram inatendíveis para o Governo. Mas o optimismo pelo qual Costa se deixou inebriar, na ilusão de uma geringonça que já não era, foi excessivo. Afinal, os partidos não servem o poder, menos ainda outros partidos. Servem o seu eleitorado e, só assim, a democracia.

Nuno Artur Silva

Em 2019, a sua nomeação foi criticada por vozes que temiam que o secretário de Estado do Cinema, Audiovisual e Média viesse a confundir televisão com cinema. O receio prova-se agora fundado (p. 58), com a intenção de converter o sistema que salvou o ICA para financiar a RTP, que o deixa de novo em risco.

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