Boa ou má moeda: as escolhas do NOVO



As boas

Filipe Soares Franco

Num país cada vez mais receoso do poder do Estado, o empresário que já foi presidente do Sporting demonstra um sentido de independência num grito da sociedade civil contra os atropelos que este Governo promove contra os empresários que precisam de ter as portas abertas para facturar. De louvar.

Pedro Soares dos Santos

Os bons resultados do Grupo Jerónimo Martins no ano de 2021 são o sinal de uma gestão sólida e de um grupo de qualidade. Mais um bom exemplo de que existem grupos económicos bem geridos e que os empresários não são os malvados que a esquerda tanto diz serem.

As más

Graça Fonseca

Não é por acaso que a cultura nem é tema nos debates entre os partidos para estas legislativas. A juntar a essa “irrelevância” está também em causa o destino dos fundos do PRR para o sector da cultura. Como o NOVO demonstrou a semana passada, este é um sector claramente à deriva. Falta rumo.

João Leão

O ainda ministro das Finanças não tem uma entrada muito positiva em 2022. De um lado, o custo de vida real dos portugueses aumentou, mas não os seus salários; do outro, ainda lê na imprensa que Fernando Medina pode vir a ser, se o PS vencer, o próximo ministro das Finanças. Nem o valor do défice o salva.

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