Boa ou má moeda: as escolhas do NOVO



As boas

António Horta Osório

O presidente do Crédit Suisse demitiu-se por ter violado as regras de isolamento decorrentes da pandemia. No incumprimento em si mesmo, não há nada a elogiar, mas começa a tornar-se assinalável sempre que alguém assume responsabilidades por ter feito asneira. Que, no futuro, outros lhe sigam o exemplo.

Carlos Daniel

O jornalista da RTP demonstrou no debate entre os líderes dos partidos com representação parlamentar que um moderador pode ser, em simultâneo, sóbrio e acutilante. Sem ter a pretensão de brilhar, o pivô foi quem mais se destacou na discussão que tinha todos os condimentos para ser uma balbúrdia. Chapeau!

As más

António Costa

Há piadas que se fazem sozinhas. O primeiro-ministro viajou para os Açores e nem a TAP nem a SATA (empresas em que o Estado fez avultadas injecções de capital) tinham voos em tempo útil - foi a Ryanair a salvar o dia de campanha socialista. Quem diria que os privados podem fazer serviço público, hem?...

Pinto da Costa

Da mesma forma que é o rosto do sucesso desportivo, também é a face visível da gestão errática do FC Porto. As sucessivas saídas de jogadores a custo zero ou perto disso - Jesús Corona é o mais recente exemplo - são sintoma de que, no Dragão, já houve mais acerto negocial do que nos últimos anos.

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