Boa ou má moeda: as escolhas do NOVO



As boas

Volodimir Zelenski

Tomou uma posição de força ao vincar que a única forma de admitir que a Ucrânia opte pela neutralidade passa pela devolução de todo o território ocupado, incluindo as autoproclamadas repúblicas do Donbass e a Crimeia. Sendo tal condição inaceitável para Putin, fica claro que a crença na vitória está em alta.

António Feijó

O sétimo presidente da Fundação Calouste Gulbenkian inicia o seu mandato antevendo turbulência na carteira de investimentos. Mas o professor catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, primeiro sucessor de Azeredo Perdigão sem formação em Direito ou em Finanças, mantém um império para gerir.

As más

Francisco Louçã

O ex-conselheiro de Estado, que em jovem recusou dizer um palavrão após um colega de liceu, futuro primeiro-ministro, lhe prometer 20 tostões, foi há poucos dias incapaz de nomear “os jornais inexistentes” que ataca num artigo miserável. Fica a promessa de um cêntimo caso ganhe coragem para o fazer.

Vladimir Putin

As notórias precauções do Presidente da Rússia, por estes dias sempre pronto a hiperbolizar o distanciamento social, contribuem decerto para os rumores cada vez mais persistentes de que estará em curso uma tentativa de golpe de Estado em Moscovo. Ainda que não venha a confirmar-se, é um sinal de desgaste notório.

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