UE pede mais pressão e maior isolamento da Rússia

No segundo dia de uma reunião de três entre as sete maiorias economias do mundo, o chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, anunciou um novo apoio do bloco comunitário para ajuda militar à Ucrânia.



As sete maiorias economias do mundo iniciam esta sexta-feira o segundo dia de uma reunião de três dias em Schloss Weissenhaus, na costa do Mar Báltico, na Alemanha. À entrada, o chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, pediu um aumento da pressão sobre a Rússia.

Borrell disse esperar que do encontro do grupo do G7 resulte “mais pressão sobre a Rússia, com sanções económicas, uma continuação do trabalho de isolamento internacional da Rússia, contrariando a desinformação sobre as consequências da guerra — sobre os preços da energia e dos alimentos em todo o mundo — e a apresentação de uma frente unida para continuar a apoiar a Ucrânia”.

No que diz respeito à União Europeia, o responsável pela diplomacia garante que traz o anúncio de “uma nova quantia de 500 milhões de euros para ajuda militar”, de um total “de cerca de dois milhões” já disponibilizados pelo bloco comunitário à Ucrânia. Este valor, afirmou, serão atribuídos “para armas pesadas”.

O G7 é composto pela França, Canadá, Itália, Estados Unidos, Japão, Reino Unido, Alemanha. O grupo conta também com a UE nas reuniões, sendo um membro à parte que não assume a presidência rotativa.

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