Covid-19: OMS insiste na vacinação prioritária de grupos de risco

Organização Mundial da Saúde defende que “é menos urgente vacinar” os mais jovens do que imunizar as pessoas mais velhas, os doentes crónicos e os profissionais de saúde.



A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse esta quarta-feira estar a “rever a informação” sobre vacinação de crianças e adolescentes contra a covid-19, mas insistiu na imunização prioritária dos grupos de maior risco.

“Os países devem considerar os benefícios individuais e populacionais de imunizar crianças e adolescentes, no quadro do seu contexto social e epidemiológico específico”, aconselhou a organização, defendendo que “é menos urgente vacinar” os mais jovens do que imunizar as pessoas mais velhas, os doentes crónicos e os profissionais de saúde.

Na véspera de a Agência Europeia do Medicamento se pronunciar sobre a vacinação de crianças menores de doze anos, a OMS admite que essa opção possa ser relevante para diminuir a transmissão da doença a adultos e reduzir a necessidade de adoptar medidas de mitigação nas escolas.

Porém, considera a OMS, “antes de considerar implementar a primeira dose em adolescentes e crianças, qualquer país deve ponderar priorizar a vacinação de grupos de risco, quer com uma primeira dose, quer com doses reforçadas”.

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