Bolsonaro volta a defender o povo armado contra uma alegada ameaça comunista

Presidente brasileiro também insistiu na sua desconfiança em relação às urnas electrónicas, que são utilizadas no Brasil desde 1996 e sobre as quais afirma que incentivam fraudes.



O Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, reiterou esta terça-feira a sua defesa do uso de armas, afirmando que pessoas armadas poderão defender a pátria daqueles que alegadamente querem impor uma mudança de regime e promover o comunismo.

Numa mensagem relativa às eleições presidenciais, que serão disputadas em Outubro, Bolsonaro aludiu abertamente, embora sem o identificar, ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato de centro-esquerda que até agora lidera todas as sondagens de intenção de voto.

O líder brasileiro também insistiu na sua desconfiança em relação às urnas electrónicas, que são utilizadas no Brasil desde 1996 e sobre as quais afirma que incentivam fraudes.

“Sou um Presidente que, quando jovem, jurou dar a vida pelo país e faremos mais do que isso pela nossa liberdade”, disse, ao reafirmar que quer “eleições limpas, democráticas e auditáveis”.

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