“Dinheiro da bazuca pode chegar a determinados sectores só no próximo ano”

Os sucessivos confinamentos asfixiaram a economia e as empresas precisam de uma injecção de capital como de pão para a boca. Ajudas tardam em chegar. Luís Moreira Testa diz que Portugal precisa de ter foco.



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Em entrevista ao NOVO, já nas bancas, Luís Moreira Testa assume que em alguns sectores o tão aguardado dinheiro pode chegar mais tarde do que seria desejável.

No entanto, o presidente da comissão parlamentar de acompanhamento do Plano de Reestruturação e Resiliência (PRR) rejeita que exista “derrapagem” temporal. Certo é que Portugal vai precisar de foco: temos de investir na economia azul e perceber que “o hidrogénio, não sendo a única, é uma das fontes de energia do futuro”.

“O futuro da produção eléctrica passa pela produção de hidrogénio. O hidrogénio, a ser produzido, adquire o rótulo de hidrogénio verde se a electricidade utilizada para fazer o processo químico da electrólise for proveniente de fontes renováveis. Sendo nós um player tão competitivo na produção de energias renováveis, temos a possibilidade de produção a um preço relativamente reduzido, com os factores ambientais positivos de o hidrogénio que nós produzimos ser proveniente de fontes de energias limpas”, avança.

Sobre as consequências deste investimento, Luís Moreira Testa garante que há um caminho de investigação que deve ser feito, assim como investimentos “robustos” de forma a não prejudicar determinadas regiões.

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