Combustíveis continuam a subir. Porquê e até quando?

A pandemia levou a gasolina e o gasóleo para preços baixos como não se viam há anos. No entanto, o regresso possível à normalidade está a fazer com que sejam corrigidos e subam para máximos de quase uma década, no caso da gasolina.



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É preciso recuar a 2012 para encontrar uma factura tão alta como a que os portugueses têm pago ao encher com gasolina os depósitos dos automóveis. A semana começou com o preço médio da gasolina a marcar 1,631 euros por litro. Já o gasóleo renovou máximos de 2018, com um preço médio por litro de 1,43 euros. A questão na mente dos portugueses, que se vêem agora fora de casa depois de tanto tempo de confinamento, incide na razão por que os combustíveis estão tão altos e até quando vão continuar a subir, cêntimo a cêntimo, semana a semana.

A justificação dada ao NOVO pelos analistas financeiros e agentes do sector divide-se em três factores: o preço do barril do petróleo, a carga fiscal associada e as despesas acrescidas. No entanto, e antes de avançarem para estas justificações, são peremptórios a afirmar que não se trata de uma subida para ser narrada nos livros de História. Os preços que se verificaram em 2020 e nos primeiros meses de 2021 é que foram historicamente baixos.

Na edição do NOVO, nas bancas esta sexta-feira, os especialistas ouvidos pelo jornal explicam ainda o que está na base de todas estas oscilações, assim como o que podemos esperar nos próximos tempos, tendo em conta que, em Portugal, os condutores pagam o preço do barril de petróleo, a carga fiscal e ainda uma série de despesas acrescidas.

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