China controla mercado mundial dos minerais que vão sustentar a revolução verde

O petróleo encontra-se em todo o planeta, mas a energia verde exige materiais com origem em poucos países.



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A transição energética pode colidir com a concentração dos minerais estratégicos num grupo limitado de países. Esta conclusão consta de um relatório publicado no início do mês pela Agência Internacional de Energia (AIE), no qual são detectados outros problemas: o controlo que a China exerce sobre o mercado e a possibilidade de haver escassez dos minerais necessários para evitar a destruição do clima do planeta. Além da posição dominante dos chineses, a energia verde terá de resolver os seus próprios impactos ambientais.

Os países industrializados querem reduzir as emissões de gases com efeito de estufa. A dependência de combustíveis fósseis na economia aumenta o teor atmosférico de dióxido de carbono (CO2) e outros gases, como o metano, o que por sua vez está na origem de perigosas alterações climáticas à escala global. Sob pressão da opinião pública, os líderes políticos desejam acelerar a transição energética nas próximas duas décadas, através da energia verde e de uma revolução nos transportes. O custo desta mudança será enorme, mas há outros obstáculos, como a escassez de matérias-primas ou a circunstância de ainda não existirem algumas das tecnologias necessárias.

Leia o artigo na íntegra na edição impressa do NOVO, nas bancas a 21 de Maio de 2021.

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