António Saraiva: “Espero que tenhamos a Economia a sobrepor-se às Finanças”

O presidente da CIP admite que o ministro António Costa Silva terá sido “um pouco extemporâneo” ao defender a redução generalizada do IRC, mas acredita numa “agradável surpresa” no Orçamento do Estado para 2023 devido à vontade que o primeiro-ministro tem de celebrar um acordo de rendimentos.



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Antes de deixar a presidência da CIP - Confederação Empresarial de Portugal, o que vai acontecer em Março de 2023, António Saraiva espera que a vontade que o Governo tem de celebrar um acordo de competitividade e rendimentos em sede de Concertação Social permita que o Orçamento do Estado para 2023 alivie a carga fiscal sobre as empresas.

Numa entrevista que pode ser vista a partir deste sábado, no programa “Discurso Directo”, do NOVO e da JE TV, disponível nos sites do Jornal Económico e do NOVO, António Saraiva mostra-se mais crítico quanto aos apoios às empresas afectadas pelo efeito da guerra na factura energética. “Vieram tarde, não estão ainda no terreno e são insuficientes”, diz.

O empresário de 68 anos critica a União Europeia, que considera não ser uma união. “É uma hidra de 27 cabeças, a ver quem se safa melhor”, aponta António Saraiva.

Leia a entrevista na íntegra na edição do NOVO que está, este sábado, dia 24 de Setembro, nas bancas.

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