Ambiente ameaça rebentar a bolha da Bitcoin

Elevado consumo de electricidade faz com que se peçam intervenções políticas que permitam reduzir impacto ambiental. A solução parece ser muito mais complexa do que muitos pensam.



De subida em subida, em termos de valorização, e com uma procura cada vez mais acentuada, a bitcoin voltou a chamar a atenção de todos, no início da semana passada, depois de ter conseguir renovar máximos históricos. Tinha superado o patamar dos 62 500 dólares. No entanto, estes valores, que estimulam cada vez mais o apetite dos investidores, são os mesmos que aumentam o drama energético.

A mineração desta criptomoeda e as consequentes emissões de carbono têm dado origem às mais variadas críticas e a estudos que apontam para uma pegada ecológica cada vez mais pesada. Alguns dos relatórios garantem mesmo que a produção desta criptomoeda chega a consumir mais electricidade do que a população de países como Portugal e a Argentina, por exemplo. De acordo com o Centro de Finanças Alternativas da Universidade de Cambridge, por ano, esta famosa moeda digital consome cerca de 130 terawatts por hora (TWh), o que compara com os 48 TWh de Portugal. Mas existe alternativa?

Leia o artigo na íntegra na edição impressa do NOVO, nas bancas a 23 de Abril de 2021.

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