Quando correr muito não é sinónimo de sucesso desportivo

Analisando os quilómetros percorridos pelas 32 equipas na Liga dos Campeões, chega-se a duas conclusões. A primeira, e da qual o Benfica beneficia, é que há um pequeno padrão com epicentro na Alemanha. A segunda revela que correr bem é o mais importante. O NOVO falou com um antigo médico da UEFA, um treinador com experiência de Champions e um comentador. E ainda questionou a UEFA, que respondeu às dúvidas com respostas vagas.

O futebol é, não raras vezes, uma caixinha de surpresas. Os dados revelados pela UEFA sobre o número de quilómetros percorridos por cada equipa na fase de grupos da Liga dos Campeões podem deixar surpreendidos muitos adeptos, principalmente se olharmos para o topo e para o fundo da tabela que o NOVO apresenta na edição impressa deste sábado, 12 de Novembro.

Há um pequeno padrão que tem a ver com equipas técnicas alemãs, com o Benfica a ser um dos clubes envolvidos por força de ser orientado por Roger Schmidt, e números que revelam que o número de quilómetros percorridos não tem a ver com o sucesso desportivo.

Neste sentido, o NOVO falou com Nuno Campos, treinador que levou o Tondela à última final da Taça de Portugal e com dezenas de jogos efectuados nas provas europeias - como adjunto de Paulo Fonseca no FC Porto, SC Braga, Shakhtar e Roma -, o antigo director clínico do FC Porto, Domingos Gomes, que teve também funções na UEFA, e Manuel Queiroz, jornalista e comentador desportivo. Os três tentaram explicar ao NOVO o porquê destes números.

Para ler na edição impressa do NOVO deste sábado, 12 de Novembro.

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