O mini-Dakar e a primeira internacionalização de uma ‘rookie’

Maria Gameiro interessou-se pela competição por causa do marido. Competiu dois anos no nacional de TT e encostou à boxe na última década. Antigo piloto, José regressou no ano passado. De forma amadora, Maria voltou a acelerar este ano internamente. Entra como rookie no Rali da Andaluzia à procura de oportunidades. E deixa a porta aberta.



“Se se parece com um pato, nada como um pato e grasna como um pato, então, provavelmente, é um pato.” O célebre teste do pato pode ser chamado à colação a propósito do Rali da Andaluzia.

Organizado pela ASO, empresa responsável pelo Rali Dakar, integrado no Mundial de Rally-Raid, cinco provas em três continentes - iniciado, curiosamente, com a mítica prova (Dakar) -, o Rali da Andaluzia arranca de Sevilha (Dos Hermanas), a 7 de Junho, passa por Málaga e Huelva e termina nas praias de Cádis, dia 12.

A empresária portuguesa Maria Gameiro surge na listagem de pilotos divididos por carros, motos, quads, SSV, veículos de todo-o-terreno e clássicos.

Começa por falar do que a espera nos quase três mil quilómetros fora de estrada na região andaluz. “Chamam-lhe o mini-Dakar”, caracteriza a automobilista amadora, cujo bichinho dos motores lhe foi incutido pelo marido, com quem vai concorrer agora nesta prova e cuja história pode ler na edição impressa do NOVO desta sexta-feira, 13 de Maio.

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