“No ténis moderno ser mais alto é melhor do que ser mais baixo”

Francisco Cabral é 71.º do ranking ATP em pares. Sonhou ser profissional sozinho, mas foi com alguém a seu lado, em especial com o amigo Nuno Borges, que o ténis lhe abriu portas. Em 2022, venceu 4 challenger e o Estoril Open - torneio ATP 250. Sem treinador ainda, falou ao NOVO das opções de vida e das características do jogo da bola amarela.



Até há bem poucas semanas era um nome que passava despercebido, mas a vitória em pares no Estoril Open, ao lado de Nuno Borges, retirou Francisco Cabral do anonimato.

Em entrevista ao NOVO, que pode ser lida na edição impressa desta sexta-feira, 10 de Junho, o tenista fala dos primeiros passos na modalidade, do treinador que o marcou, e o facto, quase surpreendente de não ter, actualmente, treinador.

Francisco Cabral explica ainda como podia ser o tenista perfeito, imbatível e fala da parte mental, a mais importante, no seu entender, para o sucesso de um desportista.

A formação académica, a sinceridade em desvendar que o segmento de pares não é o seu sonho de carreira são outros dos temas desta entrevista a Francisco Cabral.

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