Mundial 2022: A última dança de sete predestinados

O Mundial do Catar, cujo início está agendado para este domingo, constitui, com uma elevada margem de certeza, a última possibilidade para sete futebolistas de excepção vencerem a maior competição de selecções. Esta é a lacuna destes intérpretes cujo palmarés está recheado, mas com uma peça em falta no puzzle.



Cristiano Ronaldo (Portugal) Lionel Messi (Argentina) e mais cinco jogadores de elevado quilate, relativos a outras selecções, disputam no Catar aquele que pode ser o último Mundial das carreiras.

Na edição de impressa do NOVO deste sábado, 19 de Novembro, fique a saber um pouco sobre os sete predestinados que disputarão no Catar mais do que um Mundial, no fundo a última (grande) oportunidade de juntarem a um palmarés extenso o Mundial de selecções, a peça no puzzle que falta para que a carreira seja uma soma de imensas perfeições.

Porque a idade não perdoa estes homens têm nos pés uma bola e uma hipótese de entrarem no Olimpo da modalidade. A verdade é só uma, sem o Mundial estes sete futebolistas nunca arrumarão as botas plenamente satisfeitos com os sacrifícios que fizeram durante, sensivelmente, 30 anos.

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