Marco Alves: “Resultados entre 2019 e 2021 apontam vários atletas às medalhas”

Chefe da Missão de Portugal nos Jogos Olímpicos que se disputam em Tóquio falou com o NOVO sobre as esperanças portuguesas. Objectivo traçado com o Governo, em 2018. foi de duas medalhas, mas as possibilidades estão bem acima.



A meta de duas medalhas, definida em 2018, não será, hoje, uma abordagem conservadora? Jorge Fonseca (no judo) foi, entretanto, bicampeão do mundo, por exemplo.

Os resultados entre 2019 e 2021 apontam vários atletas às medalhas. Defrontaram em contexto mundial os melhores do mundo e conseguiram esses resultados. Pode ser projectado para os Jogos, mas já tivemos situações em que chegámos com muitos medalhados e as coisas não correram bem. Assinar duas posições de pódio não nos deixa desconfortáveis, mas sim mais tranquilos para cumprir com nomes, entre os quais o que acabou de indicar.

A covid-19 é o adversário invisível destes JO para todos os atletas?

É o primeiro adversário que os pode, ou não, colocar na competição. Somos testados todos os dias, mas não estamos livres, como já vimos com outros atletas na Aldeia Olímpica.

Essa vivência na Aldeia Olímpica é uma incógnita?

Há ansiedade para saberem os resultados, se podem treinar e continuar o percurso até à competição, com todos os cuidados e reservas para que o inimigo invisível não os apanhe e possam “ir lá para dentro”. Sabíamos que no Japão as coisas seriam diferentes. A vivência na Aldeia Olímpica é mais marcada por essa diferença do que incógnita.

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