90% motas, 10% uma mulher normal

Uma vida em cima da mota: Rita Vieira não se inibe de circular num mundo de homens e adora tudo o que é desporto de duas rodas. Deixou o design de moda e focou-se no enduro. Treina e compete e, no pouco tempo livre que lhe resta, diz ser uma mulher normal. Gosta de lanchar, estar com amigas, ir às compras e arranjar-se. Não se arrepende das escolhas e vê a ida ao Dakar já menos como sonho e mais como possibilidade



Rita Vieira nasceu no ano de 1994, no Porto. Começou a andar de mota entre os “quatro e os cinco anos” e, aos “oito”, aventurou-se na competição, no Campeonato Nacional de Trial.

A reduzida “visibilidade”, a “falta de motivação” por ter ganho “tudo”, contra “homens”, e por não ter “adversários” levou-a a decidir “experimentar o enduro”, depois de ter andado em mundiais e europeus e de ter representado “a selecção no Trial das Nações”.

Começou numa DT 50, dá aulas para crianças e adultos, para ter uma fonte de rendimento, e faz coisas normais para uma mulher da sua idade, como passear, estar com amigas, de se arranjar.

Mas, como diz na edição impressa do NOVO desta sexta-feira, 27 de Maio, a sua grande paixão são mesmo as motos.

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